Câmaras Técnicas e Custos do Transporte apresentam números recentes durante o 1º CONET de 2016

sexta-feira, 29 de janeiro de 2016 às 16h19

(Foto: NTC&Logística)

A NTC&Logística mantém Câmaras Técnicas de diversos segmentos, que discutem assuntos relevantes para o Transporte Rodoviário de Cargas. Durante o período da manhã do CONET&Instersindical, algumas dessas câmaras apresentaram seus mais recentes números e pleitos aos presentes.

Irineu Vobêto, vice-presidente Extraordinário de Transporte de Graneis e Sólidos (SILO), iniciou sua apresentação falando da presença de membros da CTGS (Câmara Técnica de Graneis e Sólidos) vindos de diversas regiões do país, (Belém, Fortaleza, Recife e região Sul). “A intenção da nossa Câmara é exatamente a de capilarizar as dificuldades do setor nas veredas do país e trazer para dentro da NTC, em busca de soluções”, comentou.

Vobêto lembrou também da criação do selo da Câmara que hoje está espalhado nos caminhões em todo país e cuja credibilidade é tanta que já foi alvo de falsificações. Falou ainda da previsão alarmante de queda nas vendas de cimento, que hoje já afeta o segmento e deixa 780 caminhões ociosos, além dos constantes debates sobre domínio do embarcador e interesse no controle do frete CIF, demandas trabalhistas e homologação da tabela referencial para transporte de granéis sólidos.

Em seguida, Hassan Murad, da CETAM, Câmara Técnica de Empresas do Transporte da Amazônia, apresentou a mais antiga das Câmaras da NTC e as peculiaridades da região com entraves significativos com relação a acesso. Defendeu ainda a necessidade de barreira de entrada e fiscalização do TRC.

Claudio Cavol, vice-presidente extraordinário de Transporte de Carga Lotação na NTC, falou sobre a CTL, Câmara Técnica de Lotação, e os paradoxos do setor de transporte, que só serão superados com aproximação das entidades e pares nos debates.

Na sequência das apresentações, Neuto Gonçalves dos Reis, diretor técnico da NTC, falou sobre as tendências de alta, queda ou estabilidade dos insumos referentes às planilhas referenciais da entidade e os novos Índices do Custo do Transporte. A variação para carga fracionada, o INCT-F, teve aumento de 9,46% em 2015, já para a carga lotação, INCT-L, o aumento foi de 9% no mesmo período. Entre os principais itens que influenciaram os indicadores estão o óleo diesel, com aumento de 13,49% nos últimos 12 meses, e o salário de motoristas, contabilizando 9% de aumento, considerando, principalmente, o aumento percentual na folha de pagamento de 1% para 1,5%.

Finalizando o período da manhã do evento, Lauro Valdivia, assessor técnico da NTC, trouxe o resultado da pesquisa realizada com mais de 300 empresas e a definição da defasagem do frete em 12,9%. Reforçou também que quando falamos de queda no faturamento das empresas nas pesquisas, não foram consideradas aquelas que fecharam as portas em 2015. “Evidentemente que muitas empresas não puderam nem ao menos participar da pesquisa, por terem fechado no final do ano de 2015, ou seja, representariam 100% de queda no faturamento. Então esse cálculo refere-se apenas àquelas que responderam”, comentou.

Fonte: NTC&Logística

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